Influência do tratamento de superfície na estabilidade primária dos implantes dentários osseointegráveis quantificada com strain gauge

Autores

  • Larissa Ramos Xavier Coutinho Nascimento Instituto Militar de Engenharia
  • Carlos Nelson Elias Instituto Militar de Engenharia
  • Guilherme Monteiro Torelly Instituto Militar de Engenharia

DOI:

https://doi.org/10.22491/rmct.v40i2.11341.pt

Palavras-chave:

Implante dentário, Tratamento de superfície, Estabilidade primária

Resumo

São propostas várias hipóteses para explicar as falhas dos implantes dentários de titânio osseointegráveis. Entre as possíveis explicações destacam-se as alterações das propriedades mecânicas dos ossos maxilares, a técnica cirúrgica empregada com uso de torques excessivos, a forma inadequada dos implantes e o tratamento deficiente da superfície dos implantes. Os objetivos deste trabalho são medir a deformação no osso, quantificar o torque de inserção e analisar a influência do tratamento da superfície na estabilidade primária dos implantes dentários. Foram realizados ensaios de extensometria com o uso de strain gauges e determinado o torque de inserção dos implantes em osso sintético de poliuretano com densidade 30 PCF (0,48 g/cm³). Nos ensaios foram quantificadas as deformações no osso sintético e os torques máximo de inserção de implantes com a superfície tratada com duplo ataque ácido e sem tratamento (usinado). Os resultados mostraram que os implantes sem tratamento de superfície induzem maior deformação no osso, necessitam de menor torque de inserção, possuem menor estabilidade primária e em alguns ensaios induziram a formação de microtrincas no osso durante a inserção. Os implantes com superfície tratada com ácido apresentam melhor desempenho.

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Publicado

2025-10-31

Como Citar

Nascimento, L. R. X. C., Elias, C. N., & Torelly, G. M. (2025). Influência do tratamento de superfície na estabilidade primária dos implantes dentários osseointegráveis quantificada com strain gauge. Revista Militar De Ciência E Tecnologia, 40(2). https://doi.org/10.22491/rmct.v40i2.11341.pt