Resistência ao ataque químico em placas cerâmicas de revestimento sustentáveis produzidas a partir de resíduo vítreo

Autores

  • Daysianne K M Isidorio Exército Brasileiro, Instituto Militar de Engenharia. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Francisco S B G Júnior Universidade Federal do Cariri. Juazeiro do Norte, CE, Brasil.
  • Maria I B Rorigues Universidade Federal do Cariri. Juazeiro do Norte, CE, Brasil.
  • Breno P Bezerra Universidade Federal de São Carlos. São Carlos, SP, Brasil.

Palavras-chave:

Resíduos vítreos, Resistência a ataque químico, Revestimentos cerâmicos, Sustentabilidade

Resumo

As cerâmicas de revestimento esmaltado são baseadas em vidros que utilizam fritas cerâmicas, ocasionando custos de produção que podem ser reduzidos usando resíduos vítreos. Neste trabalho, foram incorporados resíduos vítreos às três camadas da placa cerâmica de revestimento (suporte, engobe e esmalte), com teores diferentes, para avaliar a resistência ao ataque químico e a presença de defeitos. Três matérias-primas para a produção das placas foram usadas: argila caulinítica, resíduo vítreo incolor e Pedra Cariri. Foram analisadas três formulações com diferentes teores de resíduo vítreo, e três diferentes temperaturas de queima, 1000, 1100 e 1200 °C. Ensaios físico-químicos mostraram que é possível substituir fritas cerâmicas por resíduos vítreos para produzir placas de revestimento cerâmico resistentes a ataque químico e livres de falhas de processamento.

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Como Citar

Isidorio, D. K. M., G Júnior, F. S. B., Rorigues, M. I. B., & Bezerra, B. P. (2021). Resistência ao ataque químico em placas cerâmicas de revestimento sustentáveis produzidas a partir de resíduo vítreo. Revista Militar De Ciência E Tecnologia, 38(2), 54–60. Recuperado de https://ebrevistas.eb.mil.br/CT/article/view/8649