Pralidoxima: revisão sobre sua síntese e propriedades antidotais contra agentes neurotóxicos de guerra

Autores

  • Pedro Augusto Gomes Buitrago Instituto de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear; Centro Tecnológico do Exército; Instituto Militar de Engenharia
  • Samir Frontino de Almeida Cavalcante Instituto de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear; Centro Tecnológico do Exército; Instituto Militar de Engenharia
  • Valdir Florêncio da Veiga Júnior Instituto de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear; Centro Tecnológico do Exército; Instituto Militar de Engenharia

DOI:

https://doi.org/10.22491/rmct.v40i1.9273.pt

Palavras-chave:

Acetilcolinesterase, Antídoto, Oxima, Organofosforado, Pralidoxima, Reativador Quaternário

Resumo

A acetilcolinesterase (AChE), enzima presente nos sistemas nervosos central (SNC) e periférico, é estudada em pesquisas relacionadas à doença de Alzheimer e à doença de Parkinson. Os inibidores de AChE podem ser naturais ou sintéticos, como os organofosforados desenvolvidos para o uso como armas químicas ou pesticidas, sendo estes menos tóxicos. A inibição por organofosforados ocorre irreversivelmente através da formação de uma ligação entre o átomo de fósforo e a hidroxila do resíduo de serina presente no sítio ativo da AChE. Com isso, a AChE perde sua capacidade de cumprir sua função fisiológica nas transmissões colinérgicas, podendo levar à parada respiratória e morte. Os reativadores de AChE, devido ao seu forte caráter nucleofílico, conseguem romper a ligação entre o resíduo de serina e o aduto, restabelecendo a atividade enzimática. Este trabalho aborda diferentes metodologias sintéticas e propriedades biológicas da pralidoxima, o primeiro reativador de AChE empregado clinicamente.

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Publicado

2025-05-21

Como Citar

Gomes Buitrago, P. A., Cavalcante, S. F. de A., & Veiga Júnior, V. F. da. (2025). Pralidoxima: revisão sobre sua síntese e propriedades antidotais contra agentes neurotóxicos de guerra. Revista Militar De Ciência E Tecnologia, 40(1), 87–96. https://doi.org/10.22491/rmct.v40i1.9273.pt

Edição

Seção

Engenharia Química e Química