Argumentos Jurídicos do Estado de Israel para o Emprego do Assassinato Seletivo como Tática de Contraterrorismo
Palavras-chave:
Contraterrorismo, contraterrorismo, Assassinato seletivo, assassinato seletivo, Direito Internacional Público, Direito Internacional Público, jus ad bellum, Israel., IsraelResumo
O objetivo do presente artigo foi descrever os argumentos jurídicos invocados pelo Estado de Israel para justificar o uso do assassinato seletivo como tática de contraterrorismo. Os principais argumentos israelenses, tais como o princípio do jus ad bellum e o instituto da legítima autodefesa com base no artigo 51 da Carta da ONU, foram enumerados e analisados à luz do Direito Internacional Público. O entendimento da Suprema Corte de Justiça de Israel de que o assassinato seletivo seria um meio legítimo da guerra de Israel contra o terrorismo também foi enunciado e discutido.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
A Coleção Meira Mattos (CMM) está licenciada:
A partir de 2019 sob as condições do Creative Commons (CC BY 4.0)
Até 2018 sob as condições do Creative Commons (CC BY-NC-SA 4.0)
As licenças estão informadas na página de acesso do artigo e detalhadas na página Direitos Autorias desta publicação.
Copyright: O autores são os detentores do Copyright, sem restrições, de seus artigos.
Aviso
Para qualquer reutilização ou distribuição, você deve deixar claro a terceiros os termos da licença a que se encontra submetida esta obra.