Neuróticas de guerra enfermeiras militares e as sequelas de uma experiência bélica
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Resumo
Este artigo tem como objetivo discutir analiticamente o o processo de profissionalização da enfermagem que permitiu o voluntariado militar de mulheres para integrarem a Força Expedicionária Brasileira durante a Segunda Guerra Mundial e as sequelas psicológicas que as atingiram como ex-combatentes. Utilizando o método histórico e uma abordagem micro-histórica, particularizamos os casos de duas enfermeiras, Altamira Pereira Valadares e Zilda Nogueira Rodrigues, diagnosticadas como neuróticas de guerra poucos anos após o regresso ao Brasil. Para sustentar a análise, utilizamos o conceito de trajetória. Nas considerações finais, pudemos perceber, na maneira como essas mulheres dedicaram intensamente o resto da vida à memória da guerra, a evidência sintomática de um trauma.
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