MEMÓRIAS DO CÁRCERE: SUPERPOSIÇÃO DE FATO E FICÇÃO EM NARRATIVA DE MEMÓRIA
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.8097327Palavras-chave:
Autobiografia e memórias, Graciliano Ramos, Memórias do cárcereResumo
Este trabalho analisa Memórias do cárcere, o relato autobiográfico do período em que Graciliano Ramos foi prisioneiro do Estado Novo, escrito dez anos após sua libertação, com os seguintes objetivos: com base na conceituação de autobiografia de Lejeune (1973), examinar as características de Memórias que encaminham o leitor para um pacto de leitura – o pacto autobiográfico; mediante a análise dos incidentes e personagens que o narrador resgata do passado, no desejo de entender como se relacionam com a sua situação atual; verificar a configuração memorialísta do texto; num terceiro nível, examinar os recursos de técnica narrativa que conferem à voz narradora o caráter de confiabilidade no processo de reconstituição do passado, bem como os recursos de caracterização de personagens que se impuseram à memória de seu criador
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