La generación de energía eléctrica fotovoltaica como complemento al uso de generadores en el mantenimiento de armamento en operaciones militares

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Henrique Fernandes Castro
Gilson Debastiani

Resumen

Este estudio propone la autoproducción eléctrica en un Taller de Mantenimiento de Armamento, con el fin de racionalizar los gastos con combustible y adquisición de generadores en las operaciones militares mediante la generación fotovoltaica. Se verificó la viabilidad técnica y económica de la adquisición de un Módulo de Energía de Campaña para satisfacer el 100% del consumo eléctrico de la fracción. Se recopilaron los tiempos de uso de los equipos que lo componen, para cuantificar el consumo y evaluar el potencial de generación eléctrica que haga técnicamente viable el proyecto. Además, se cuantificó el combustible y su valor de compra, con el objetivo de medir el gasto diario con electricidad. También se cuantificó el costo para adquirir generadores, con el fin de calcular el ahorro generado en el emprendimiento. Luego, se dimensionó el módulo y empresas especializadas elaboraron propuestas para su construcción. Con el valor de la inversión y el ahorro generado, se comprobó la viabilidad económica del proyecto, contabilizando 150 días de operación para el retorno de la inversión, basándose en un ciclo de vida del módulo de 13 años.

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Cómo citar
FERNANDES CASTRO, H.; DEBASTIANI, G. La generación de energía eléctrica fotovoltaica como complemento al uso de generadores en el mantenimiento de armamento en operaciones militares. Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares, [S. l.], v. 19, n. 65, p. 245–269, 2025. DOI: 10.52781/cmm.a167. Disponível em: https://ebrevistas.eb.mil.br/index.php/RMM/article/view/12955. Acesso em: 13 ene. 2026.
Sección
Artículos científicos
Biografía del autor/a

Henrique Fernandes Castro, Exército Brasileiro, Escola de Comando e Estado Maior do Exército (ECEME). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Henrique Fernandes Castro é Mestre em Operações Militares pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO, 2018) e graduado em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN, 2008). Também possui especialização em Gestão da Manutanção (EsIE, 2012). É Major do Exército Brasileiro - Ministério da Defesa. Foi instrutor na AMAN no biênio 2013-2014, tendo orientado trabalhos de conclusão de curso na graduação em Ciências Militares. Tem experiência em Planejamento e Condução de Operações Militares, com ênfase em Logística e Administração Pública. Atualmente é aluno do 1º ano do Curso de Comando e Estado Maior da Escola de Comando e Estado Maior do Exército.(Texto informado pelo autor)

Gilson Debastiani, Exército Brasileiro, Diretoria de Obras Militares (DOM). Brasília, DF, Brasil.

Gilson Debastiani é Doutor em Engenharia de Energia na Agricultura (UNIOESTE, 2022), Mestre em Energia na Agricultura - (UNIOESTE, 2013), Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior (FAG, 2011), graduado em Física nas Faculdades Integradas Católicas de Palmas (FACIPAL, 2002). Também possui graduação em Tecnologia em Gestão Pública (EsIE, 2020). É militar do Exército Brasileiro - Ministério da Defesa. Foi professor no Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz, nos Colegiados de Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica e Engenharia de Controle e Automação, nas disciplinas de Fontes Alternativas e Renováveis de Energia Elétrica, Física Geral, Física Cinemática e Dinâmica, Mecânica Geral e Mecânica Estática, e Professor na Pós Graduação da Faculdade de Tecnologia SENAI Cascavel, cursos de Eficiência Energética na Indústria e Eficiência Energética na Manutenção, com a disciplina de Eficiência Energética. Tem experiência em Energias Renováveis (com ênfase em energia eólica e fotovoltaica), em Sistemas Híbridos, em Eficiência Energética, em Geração Distribuída, em Geração Isolada, em Física e Administração Pública. Atua em dimensionamentos de sistemas fotovoltaicos on / off grid, na Diretoria de Obras Militares, para atender demandas militares do Exército Brasileiro em todo Território Nacional, especialmente na região Amazônica. (Texto informado pelo autor)