A disputa sino-estadunidense pela hegemonia mundial segundo extrapolações do modelo de Ray Cline
DOI:
https://doi.org/10.52781/cmm.a178Palavras-chave:
Teoria do Poder, Hegemonia global, EUA, ChinaResumo
Diante do crescente acirramento da disputa sino-estadunidense pelo protagonismo no sistema internacional, este texto analisa o poderio de duas destacadas potências da atualidade segundo o modelo concebido por Ray Cline. A pesquisa visa delinear um possível cenário final da rivalidade por meio do emprego do modelo comparativo-dedutivo, com viés qualitativo e quantitativo. Diante de dados objetivos, utilizam-se análises subjetivas para dedução da realidade hodierna e de cenário futuro, reaplicando dados numéricos ao modelo da equação ajustado. Para isso, emprega-se a fórmula do poder perceptível, com as devidas modificações, esquivando-se do anacronismo. A pesquisa está embasada em fontes bibliográficas sobre a teoria do poder, na equação de Cline e em dados estatísticos coletados na hemerografia. A conclusão exposta é pela relativa vantagem estadunidense, especialmente diante do padrão de governança chinês, que dificulta o atendimento das aspirações sociais por parte do Estado e prejudica a percepção de que a China venha a ser uma potência hegemônica.
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