A disputa sino-estadunidense pela hegemonia mundial segundo extrapolações do modelo de Ray Cline

Autores

DOI:

https://doi.org/10.52781/cmm.a178

Palavras-chave:

Teoria do Poder, Hegemonia global, EUA, China

Resumo

Diante do crescente acirramento da disputa sino-estadunidense pelo protagonismo no sistema internacional, este texto analisa o poderio de duas destacadas potências da atualidade segundo o modelo concebido por Ray Cline. A pesquisa visa delinear um possível cenário final da rivalidade por meio do emprego do modelo comparativo-dedutivo, com viés qualitativo e quantitativo. Diante de dados objetivos, utilizam-se análises subjetivas para dedução da realidade hodierna e de cenário futuro, reaplicando dados numéricos ao modelo da equação ajustado. Para isso, emprega-se a fórmula do poder perceptível, com as devidas modificações, esquivando-se do anacronismo. A pesquisa está embasada em fontes bibliográficas sobre a teoria do poder, na equação de Cline e em dados estatísticos coletados na hemerografia. A conclusão exposta é pela relativa vantagem estadunidense, especialmente diante do padrão de governança chinês, que dificulta o atendimento das aspirações sociais por parte do Estado e prejudica a percepção de que a China venha a ser uma potência hegemônica.

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Publicado

2026-04-01

Como Citar

FAYAL, Ricardo; FREIRE, Ricardo. A disputa sino-estadunidense pela hegemonia mundial segundo extrapolações do modelo de Ray Cline. Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares, [S. l.], v. 19, n. 66, p. 457–476, 2026. DOI: 10.52781/cmm.a178. Disponível em: https://ebrevistas.eb.mil.br/index.php/RMM/article/view/13300. Acesso em: 2 abr. 2026.