Tradução e Refração
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.10662639Palavras-chave:
Tradução. Refração. Hino Congregacional.Resumo
Este artigo é uma versão reduzida e modificada de parte do capítulo quatro da dissertação de mestrado desta pesquisadora, publicada em sob o título A refração na tradução e na retradução dos hinos da Harpa Cristã, e mostra como a refração, fenômeno que provoca o afastamento das traduções de seus originais, afeta tanto os aspectos semânticos quanto os formais dos textos traduzidos. Para tanto, utilizamos o conceito de refração de acordo com Lefevere (2012), e a metodologia de crítica da tradução de Berman (1995) para a seleção dos excertos estudados. Foram observadas, em hinos congregacionais traduzidos no hinário pentecostal Harpa Cristã, alterações sintáticas, mudanças da voz passiva para a ativa, trocas de substantivos concretos por abstratos, omissão de estrofes inteiras e criação de rimas na tradução em posições não rimadas no original, tudo para cumprir demandas de certa patronagem e reafirmar preceitos de uma certa teologia.
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