Doutrina de Segurança Nacional na América do Sul

estratégias das duas superpotências

Autores

DOI:

https://doi.org/10.52781/cmm.a158

Palavras-chave:

Doutrina de Segurança Nacional, Guerra Fria, Relações Civis-Militares, Revolução Cubana

Resumo

A partir da influência global e regional, com uma abordagem qualitativa, analisa-se a América do Sul no âmbito da segurança e defesa, no contexto da Guerra Fria, observando-se quais foram as estratégias das duas superpotências nesse subcontinente e como elas se estruturaram. Para tanto, considera-se que a Revolução Cubana despertou o espírito revolucionário na América e, em contraposição, a Doutrina de Segurança Nacional promovida pelos Estados Unidos indicava reação a essa realidade. Consequentemente, cada país desenvolveu versões dessa doutrina, sob realidades e posicionamentos geopolíticos próprios, mas com uma característica comum: a cultura do militarismo, típica dos países sul-americanos.

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Publicado

2025-08-06

Como Citar

JIMÉNEZ, Roberto. Doutrina de Segurança Nacional na América do Sul: estratégias das duas superpotências. Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares, [S. l.], v. 19, n. 64, p. 81–104, 2025. DOI: 10.52781/cmm.a158. Disponível em: https://ebrevistas.eb.mil.br/RMM/article/view/12384. Acesso em: 12 fev. 2026.