Doutrina de Segurança Nacional na América do Sul
estratégias das duas superpotências
DOI:
https://doi.org/10.52781/cmm.a158Palavras-chave:
Doutrina de Segurança Nacional, Guerra Fria, Relações Civis-Militares, Revolução CubanaResumo
A partir da influência global e regional, com uma abordagem qualitativa, analisa-se a América do Sul no âmbito da segurança e defesa, no contexto da Guerra Fria, observando-se quais foram as estratégias das duas superpotências nesse subcontinente e como elas se estruturaram. Para tanto, considera-se que a Revolução Cubana despertou o espírito revolucionário na América e, em contraposição, a Doutrina de Segurança Nacional promovida pelos Estados Unidos indicava reação a essa realidade. Consequentemente, cada país desenvolveu versões dessa doutrina, sob realidades e posicionamentos geopolíticos próprios, mas com uma característica comum: a cultura do militarismo, típica dos países sul-americanos.
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