Por que grandes estados perdem pequenas guerras ?

Autores/as

  • Sérgio Luiz Tratz Estado-Maior do Exército, Brasília, DF, Brasil

Palabras clave:

Pequenas guerras, Keywords, Guerra assimétrica, Small Wars, Política externa, Asymmetric Warfare, Foreign Policy, Strategy. Palavras-chave, Pequenas guerras. Guerra assimétrica. Política externa.

Resumen

Essa análise investiga o fenômeno das pequenas guerras, particularmente a derrota de um estado mais forte por um oponente mais fraco e as consequências para a teoria da guerra. Em primeiro lugar, ele segue a teoria que embasa a eficiência de pequenos participantes, destacando a importância da guerra irregular. Em segundo lugar, ele cita as teorias que tentam  explicar o fracasso de participantes fortes em conflitos, tais como: a assimetria de interesses, a abordagem estratégica, a mecanização e a democratização da guerra. Em terceiro lugar, dois casos clássicos foram selecionados para análise, a guerra do Vietnã (1963-1975) e a intervenção soviética no Afeganistão (1979-1989). No primeiro caso, obviamente, a grande potência envolvida era um Estado democrático, e no último, um Estado autoritário. Finalmente, será possível traçar um quadro geral sobre ‘por que grandes Estados perdem pequenas guerras’.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Sérgio Luiz Tratz, Estado-Maior do Exército, Brasília, DF, Brasil

Coronel de Infantaria;Formação: AMAN (1986); EsAO (1995); ECEME - Mestrado em Ciências Militares (2001); Pós-Graduação em História Militar - UNIRIO (2005); Royal College of Defence Studies - Reino Unido (2012); Mestrado em Segurança Internacional e Estratégia - King's College - Reino Unido (2012)Função Atual: Ch da Seç de Planejamento e Acompanhamento Orçamentário da 6ª SCh/ EME

Publicado

2013-09-05

Cómo citar

TRATZ, Sérgio Luiz. Por que grandes estados perdem pequenas guerras ?. Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares, [S. l.], v. 7, n. 29, p. 147–155, 2013. Disponível em: https://ebrevistas.eb.mil.br/RMM/article/view/300. Acesso em: 12 feb. 2026.