Ao infinito e além! AEB e o caso do satélite geoestacionário à luz do setor estratégico espacial

Autores/as

Palabras clave:

Agência Espacial Brasileira, Agência Espacial Brasileira. Espaço. Estudos Estratégicos. Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas. Setor estratégico espacial. (Keywords, Espaço, Brazilian Space Agency. Space. Strategic Studies. Geostationary Satellite of Defense), Estudos Estratégicos, Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas, Setor estratégico espacial

Resumen

Com o fim da Guerra Fria, a previsibilidade das relações internacionais vigentes desde a Segunda Guerra Mundial é reduzida drasticamente, desencadeando transformações nos programas espaciais ao redor do mundo. E o Brasil não fica de fora dessa lista. Nesse sentido, consubstancia-se o seguinte problema de pesquisa: o setor militar ainda possui relevância nas atividades espaciais neste início de novo milênio, especificamente no Brasil, cuja agência espacial é criada com natureza civil? Parte-se da hipótese de que, mesmo com o fim da Guerra Fria e o alargamento do conceito de segurança, a caserna não perde relevo nas atividades espaciais brasileiras. Um exemplo que corrobora tal tese é a construção civil-militar do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). Assim, o objetivo principal deste trabalho é analisar, qualitativamente, o projeto do SGDC e o papel da Agência Espacial Brasileira à luz do Setor Estratégico Espacial, sendo este último engendrado pelas Política e Estratégia Nacionais de Defesa.

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Biografía del autor/a

Gills Vilar Lopes, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil

Bacharel em Relações Internacionais (RI) pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB, 2010). Specialized Course em Cybersecurity: Issues in National and International Security pela National Defense University (NDU), em Washington, D.C. (2013). Mestre, com Distinção, em Ciência Política -- área de concentração: RI -- pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE, 2013), com período-sanduíche no Institut Québécois des Hautes Études Internationales (HEI) da Université Laval, em Québec/Canadá (2012-2013). Doutorando em Ciência Política pela UFPE, onde é Bolsista do Programa de Apoio ao Ensino e à Pesquisa Científica e Tecnológica em Assuntos Estratégicos de Interesse Nacional - Pró-Estratégia (CAPES & Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República). Conselheiro Editorial da Coleção DEFESA & MUROS VIRTUAIS (Editora UFPE). É membro dos seguintes grupos cadastrados no CNPq: NEPI-UFPE, OEPRI-UFPB, GEH@AETE-UFPB, "O Brasil e as Américas" (UFPE) e Grupo de Pesquisa em História Militar (UEL). Foi professor de RI na Universidade Federal da Paraíba (UFPB, 2013-2014).

O Setor Estratégico Espacial à luz da END

Publicado

2015-04-23

Cómo citar

VILAR LOPES, Gills. Ao infinito e além! AEB e o caso do satélite geoestacionário à luz do setor estratégico espacial. Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares, [S. l.], v. 9, n. 34, p. 165–176/177, 2015. Disponível em: https://ebrevistas.eb.mil.br/RMM/article/view/505. Acesso em: 12 feb. 2026.