O Brasil é mesmo um “anão diplomático”?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.52781/cmm.a126

Palavras-chave:

estratégia, pensamento estratégico, conceito estratégico

Resumo

Este texto pretende apresentar reflexões de pesquisadores brasileiros acerca do tema e sobre ações realizadas no passado com vistas ao desenvolvimento de um projeto nacional constante e isento de oscilações políticas domésticas ou externas. A pesquisa realizada teve como fator de motivação a reincidência da atribuição do epíteto “anão diplomático” ao Brasil, retomado a cada situação em que o país se posiciona quanto às questões sensíveis no cenário internacional. Este trabalho apresenta um caráter metodológico qualitativo-analítico e está embasado em fontes bibliográficas e hemerográficas. O texto contém ideias professadas por diferentes autores, com destaque para Golbery do Couto e Silva, Hélio Jaguaribe e Jorge Calvario dos Santos. Também contempla reflexões sobre a criação da Escola Superior de Guerra (ESG), sua inspiração e finalidade. Por razões didáticas, o conteúdo foi dividido em quatro seções. A primeira tem caráter introdutório e conceitual. A segunda contempla a experiência individual de pensadores estratégicos nacionais contemporâneos. A terceira foca na capacidade institucional de desenvolver uma metodologia voltada para a formulação de um pensamento estratégico no país e, finalizando o texto, na quarta seção, constam considerações finais sobre o tema abordado e uma sucinta avaliação quanto à impropriedade da pecha de “anão diplomático” para o Brasil.

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Publicado

2024-02-17

Como Citar

FREIRE, Ricardo Rodrigues. O Brasil é mesmo um “anão diplomático”?. Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares, [S. l.], v. 18, n. 61, p. 159–174, 2024. DOI: 10.52781/cmm.a126. Disponível em: https://ebrevistas.eb.mil.br/RMM/article/view/11786. Acesso em: 12 fev. 2026.