Tempo de pátrio altruísmo em prol da defesa naval
DOI:
https://doi.org/10.52781/cmm.a091Palavras-chave:
defesa naval brasileira, nova era tecnológica, ciência e tecnologia, economia da defesaResumo
Para o bem ou para o mal, todas as nações do mundo serão forçadas a responder aos efeitos das mudanças científico-tecnológicas exponenciais em um futuro próximo, segundo Romano (2018). Nessa perspectiva de inovações científicas, e pela prospecção de ameaças inusitadas à expressão do Poder Nacional, investimentos em Defesa para o aprimoramento da força naval tornam-se necessários, visando o acompanhamento de tendências mundiais. Conforme Deger e Sen (1995), a literatura existente sobre as causas e efeitos dos gastos militares nos países em desenvolvimento é controversa, sem respostas definitivas. Pela análise de estudos relacionados à Economia da Defesa, o presente trabalho demonstra a importância de decisões político-econômico-sociais, de cunho altruísta e de caráter orgânico-nacionalista, na tentativa de equilibrar despesas públicas, quanto ao trade-off “manteiga versus canhão”, em relação à Defesa (Naval). O benefício é, de qualquer forma, positivo para a nação, pois a cultura altruísta é intrínseca a um povo forte, consciente e comprometido com as gerações vindouras.
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