A interação militar ao ambiente interorganizacional de uma missão de paz: o estudo da minustah

Autores/as

  • Fábio Cordeiro Pacheco Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • André Sá e Benevides Arruda Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Mauro Benedito de Santana Filho Curso de Altos Estudos Militares / Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • André Luiz Viera Cassiano Curso de Altos Estudos Militares / Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Rogério Arriaga Muxfeldt Curso de Altos Estudos Militares / Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Erick Vaz de Castro Curso de Altos Estudos Militares / Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Daniel Muniz Gonçalves Curso de Altos Estudos Militares / Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Luiz Alexandre Vieira da Costa Curso de Altos Estudos Militares / Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Palabras clave:

interação militar, MINUSTAH, interorganização, INTERORGANIZACIONAL, minustah, INTERAÇÃO, OPERAÇÕES DE PAZ

Resumen

O objetivo deste trabalho é analisar o planejamento e a execução da coordenação interorganizacional no âmbito das Operações de Paz da ONU, elegendo a Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti - MINUSTAH como caso de estudo. Nesse escopo são destacados os aspectos mais importantes da interação civil-militar, bem como são elencadas as principais lições aprendidas. Para a consecução desse objetivo foi visitada a bibliografia disponível e foram sintetizadas as experiências pessoais dos integrantes do GT 16. Para uma melhor compreensão do assunto é abordada a evolução das operações de paz sob a égide da ONU com ênfase no perfil de desdobramento atual, que contempla diversas estruturas civis permeando as missões. Ressalta-se ainda a presença marcante de outros atores com diversas atribuições e vocações em meio ao ambiente de pacificação. Ao se eleger a MINUSTAH como objeto de estudo é possível analisar a interação dos militares, em particular dos brasileiros, com o amplo espectro das organizações civis que atuam no Haiti. Dessa interação interorganizacional que já acumula mais de oito anos, muitos ensinamentos são colhidos e os mais importantes reverberam no texto a seguir. Esse produto, além de proporcionar uma melhor compreensão do desdobramento atual das missões de paz, dá recorte aos aspectos de maior relevância e que devem ser considerados no preparo das capacidades militares destinadas a esse tipo de projeção de poder militar. Pode-se assumir a importância do assunto ao considerar que o Brasil aumenta a sua estatura na comunidade internacional e que, sem dúvida, experimentará um aumento sensível de suas responsabilidades para com ela.

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Publicado

2013-02-19

Cómo citar

PACHECO, Fábio Cordeiro; ARRUDA, André Sá e Benevides; SANTANA FILHO, Mauro Benedito de; CASSIANO, André Luiz Viera; MUXFELDT, Rogério Arriaga; CASTRO, Erick Vaz de; GONÇALVES, Daniel Muniz; COSTA, Luiz Alexandre Vieira da. A interação militar ao ambiente interorganizacional de uma missão de paz: o estudo da minustah. Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares, [S. l.], v. 7, n. 28, p. 7–15, 2013. Disponível em: https://ebrevistas.eb.mil.br/RMM/article/view/172. Acesso em: 12 feb. 2026.