O conflito de 4º geração e a evolução da guerra irregular

Autores

  • Alvaro de Souza Pinheiro Doutor em Ciências Militares e especialista em Política, Estratégia e Alta Administração do Exército pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Palavras-chave:

conflito de 4° geração, Conflito de 4ª Geração. Guerra Irregular. Conflito Assimétrico., guerra irregular, conflito assimétrico, operações contra forças irregulares: considerações nos níveis estratégico, operacional e tático

Resumo

Conseqüência das profundas transformações políticas, econômicas, psicossociais, militares e científico-tecnológicas ocorridas após a segunda Guerra Mundial, o Conflito de 4ª Geração, diferentemente dos Conflitos de 1ª, 2ª e 3ª Gerações que o precederam, introduziu a presença de atores não estatais nas confrontações armadas de conotação político-ideológica que marcaram a segunda metade do Século XX. Sua principal característica foi o emprego intensivo das táticas, técnicas e procedimentos de guerra irregular, destacando-se a subversão, a guerrilha e o terrorismo. Com a dissolução da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e o término da Guerra Fria, o Conflito de 4ª Geração tornou-se, inquestionavelmente, o conflito armado do Século XXI. Com o advento do fundamentalismo radical islâmico, o terrorismo transnacional tornou-se a principal ameaça à paz e à segurança internacionais. O conflito assimétrico passou a ser o principal instrumento de coerção das organizações não estatais de diferentes matizes, em diferentes regiões do mundo. Este ensaio apresenta ensinamentos colhidos no planejamento e na condução de operações contra forças irregulares, na atualidade, enfocando os seus três níveis: estratégico, operacional e tático, em diferentes ambientes operacionais.

 

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Publicado

2007-12-01

Como Citar

PINHEIRO, Alvaro de Souza. O conflito de 4º geração e a evolução da guerra irregular. Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares, [S. l.], n. 16, 2007. Disponível em: https://ebrevistas.eb.mil.br/RMM/article/view/258. Acesso em: 12 fev. 2026.

Edição

Seção

Artigos Científicos